quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dicas para se planejar a compra da casa própria

Hoje temos que nos planejar e pensar em tudo para realizar o sonho da casa própria. Pensando nisso, vamos disponibilizar algumas dicas importantes:
Tentar poupar até obter 20% do valor do imóvel. O primeiro passo é se planejar para juntar dinheiro e dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.
 Poupe 30% da sua renda. Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros. Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

Cuidado se estiver em início de carreira. Há momentos em que é melhor aguardar um pouco para comprar a casa própria. Um exemplo é o profissional em fase de ascensão, sujeito a viagens e mudanças de cidade ou até mesmo de país.

Quem casa quer casa. Começar uma vida nova no casamento e com uma casa própria seria o ideal. Se o casal pretende ter filhos, comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo.

Se mora com os pais, aproveite a folga financeira para poupar. Ainda que os pais não queiram, o jovem deve se planejar para dar entrada em um imóvel em três ou quatro anos. O jovem deve se oferecer para pagar algumas contas da casa dos pais, para ir se acostumando aos novos custos que terá quanto morar na casa própria.

Considere que a casa traz despesas adicionais. O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação. Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel.

Avalie o custo de vida da região que vai morar. A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

Financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria. A prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel. "Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia.


Fonte: Uol Finanças.


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